De tudo um pouco!

Que mídia é essa!

26 de março de 2008

Esses dias eu estava assistindo TV e normalmente gosto muito de assistir comerciais, até mesmo porque eu trabalho em uma agência e gosto de saber o que as outras estão inventando e um comercial me chamou a atenção, quem ainda não viu aquele comercial que aparece um monte de gente correndo com máscaras de gatos no Parque do Ibirapuera? É o limão.com.br, é um portal muito interessante, só que o comercial na verdade não diz nada só instiga as pessoas a espremer o seu limão, uma sacada muito grande, o site trata de tudo, desde esportes e notícias até games e cadastro de bandas. É muito legal: www.limão.com.br , aí estava eu passando na catraca do metro e comecei a ver as barras da catraca com um papel cor de rosa e a frase "A vida não pode esperar", vi aquilo por duas semanas, até que hoje resolvi investigar, então encontrei o site www.avidanaopodeesperar.com.br e me deparei com uma página toda cor de rosa e cheia de bolhas com depoimentos de pessoas desconhecidas, claro que daí vem alguma coisa, então entrem no site e se cadastrem para saber. Os depoimentos estarão no ar até dia 15/04/08. Vamos ver o que é isso daqui alguns dias, eu acho.

Hipócrates - O Pai da Medicina

Hipócrates  — (Cós, 460–Tessália, 377 a.C.) é considerado por muitos uma das figuras mais importantes da história da saúde, frequentemente considerado "pai da medicina". Hipócrates era um asclepíade, isto é, membro de uma família que durante várias gerações praticara os cuidados em saúde.
Nascido numa ilha grega, os dados sobre sua vida são incertos ou pouco confiáveis. Parece certo, contudo, que viajou pela Grécia e que esteve no Oriente Próximo.
Nas obras hipocráticas há uma série de descrições clínicas pelas quais se pode diagnosticar doenças como a malária, papeira, pneumonia e tuberculose. Para o estudioso grego, muitas epidemias relacionavam-se com fatores climáticos, raciais, dietéticos e do meio onde as pessoas viviam. Muitos de seus comentários nos Aforismos são ainda hoje válidos. Seus escritos sobre anatomia contém descrições claras tanto sobre instrumentos de dissecação quanto sobre procedimentos práticos.
Foi o líder incontestável da chamada "Escola de Cós". O que resta das suas obras testemunha a rejeição da superstição e das práticas mágicas da "saúde" primitiva, direcionando os conhecimentos em saúde no caminho científico. Hipócrates fundamentou a sua prática (e a sua forma de compreender o organismo humano, incluindo a personalidade) na teoria dos quatro humores corporais (sangue, fleugma ou pituíta, bílis amarela e bílis negra) que, consoante as quantidades relativas presentes no corpo, levariam a estados de equilíbrio (eucrasia) ou de doença e dor (discrasia). Esta teoria influenciou, por exemplo, Galeno, que desenvolveu a teoria dos humores e que dominou o conhecimento até o século XVIII. Sua ética resume-se no famoso Juramento de Hipócrates. Porém, certos autores afirmam que o juramento teria sido elaborado numa época bastante posterior.
O conjunto das obras atribuídas a Hipócrates constitui o Corpus hippocraticum (em português, Coleção Hipocrática). Setenta escritos são reconhecidos como constituintes do corpus, entre os quais os seguintes são considerados os mais importantes:

Aforismos
Da Medicina Antiga
Da Doença Sagrada
Epidemias
Da Cirurgia
Das Fraturas
Das Articulações
Dos Instrumentos de Redução
Dos Ferimentos na Cabeça
Prognósticos
Dos Ares, Águas e Lugares
Do Regime nas Doenças Agudas
Das Úlceras
Das Fístulas
Das Hemorróidas
Juramento
Lei

JURAMENTO DE HIPÓCRATES

Eu juro, por Apolo, médico, por Esculápio, Higia e Panacéia, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue: estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, meus filhos, os de meu mestre e os discípulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes.
Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva.
Conservarei imaculada minha vida e minha arte.
Não praticarei a talha, mesmo sobre um calculoso confirmado; deixarei essa operação aos práticos que disso cuidam.
Em toda a casa, aí entrarei para o bem dos doentes, mantendo-me longe de todo o dano voluntário e de toda a sedução sobretudo longe dos prazeres do amor, com as mulheres ou com os homens livres ou escravizados.
Àquilo que no exercício ou fora do exercício da profissão e no convívio da sociedade, eu tiver visto ou ouvido, que não seja preciso divulgar, eu conservarei inteiramente secreto.
Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça.

Fonte: Wikipédia

O Poder da mídia em criar confusões.

Por: Michele M. Gândara


Lendo o livro A Galáxia da Internet no começo não me animei muito, pois estava achando a leitura praticamente incompreensível e chata, na verdade não estava entendendo nada tinha que ler duas ou três vezes o mesmo parágrafo para entender, primeiro porque são muitos nomes de pessoas e de instituições depois já não sabia se aquela pessoa de quem eu estava lendo em uma página era o mesmo da página anterior aí volta a página de novo para tentar descobrir. Então pensei, ou continuo lendo este livro ou procuro um resumo na internet e tá tudo resolvido, mas como por encanto comecei a me interessar e é impressionante como a leitura começou a fluir e eu comecei a querer saber mais, tudo começou quando cheguei na parte do livro que falava dos Hackers e dos Crackers, pois como a maioria das pessoas eu também achava que os homens maus fossem os Hackers, bem, na verdade não que ele sejam bonzinhos, mas quem realmente são os maus da história são os crackers.
Quando pensamos em um hacker, a primeira coisa que passa pela nossa cabeça é a de um criminoso roubando senhas de correntistas desavisados ou inventando formas de colocar vírus no computador dos outros ou também de ‘pichações’, nas páginas iniciais de sites com letras ilegíveis ou mensagens de protestos. Mas não é sempre assim. Parte dessa confusão foi criada pela mídia. Hackers são experts em tecnologia que, boa parte das vezes, colocam seu conhecimento a serviço da sociedade.
A cultura hacker nos ofereceu uma visão colaborativa do universo tecnológico, e dos benefícios da livre circulação da informação. Hackers compartilham conhecimento e produzem de forma descentralizada, muitas vezes voluntária. São os responsáveis pela criação do software livre e do Linux. Esquentaram a discussão sobre os limites da propriedade intelectual e defendem que todo o conhecimento deve ser, a priori, livre. Hackers que cometem crimes são melhor denominados Crackers. Gente que usa a tecnologia para descumprir a lei em benefício próprio.
A cultura hacker pode e deve ser utilizada como um referencial virtuoso para as discussões sobre nosso futuro pós-industrial. Mas pegar gosto em subverter os limites legais é cair na mesma esparrela das elites agrárias e industriais que, até hoje, legislaram em causa própria. Para um hacker embriagado pelo poder virar um Cracker, é um pulo.

A mídia, quando tenta explicar, muitas vezes confunde.

A Páscoa e eu

19 de março de 2008

Quando eu era pequena e morava em uma cidade no Sul do Pará, não tínhamos o hábito de comer ovos de páscoa, até mesmo porque o lugar era tão longe que acho que os supermercados do lugar nem encomendavam com medo de não chegarem inteiros, enfim, mas a gente comemorava normalmente, tinha a procissão da igreja, o almoço de páscoa, as lembrancinhas de chocolate que ganhávamos na escola, tudo era muito legal e para mim tinha um outro sentido, não que morasse em um lugar que não fazia parte do mundo, na verdade por ser longe como era, lá até que era um lugar bem atualizado com o mundo, mas de qualquer forma a nossa realidade era outra.
Eu sempre fui muito católica e a Páscoa para mim sempre foi um momento de começar de novo, até mesmo mais importante do que o Ano Novo, que sempre prometemos que vamos melhorar, ou começar um regime, ou estudar mais, enfim estas coisas, mas a páscoa para mim sempre foi o verdadeiro tempo de renovação e mudança, pois dizia-se sempre na Igreja que era o momento de sair das trevas e entrar na luz, claro que fazendo alusão a morte e ressurreição de Jesus, bom mas falei tudo isso para chegar em um ponto, quando voltei para São Paulo já com 17 anos, pois saí com 5 anos para morar no Pará, minha visão mudou muito e uma das grande mudanças, foi realmente o meu modo de ver a Páscoa, eu que sempre abominei o modo das pessoas comemorarem a Páscoa sempre achando que era só chocolate e mais chocolate e coelhinho e ovinho e nada de uma reflexão sobre a vida e/ou a morte, simplesmente me tornei uma pessoa assim, é preocupação em comprar ovo para fulano e pra sicrano e na casa de quem vai ser a Páscoa e o que vamos levar, salmão, bacalhau ou anchovas, pois a única coisa com a qual nos preocupamos é em não comer carne, mas me pergunto se muitas pessoas nem sabem o verdadeiro sentido da Páscoa, porque se preocupam em não comer carne?
Hoje, esta festividade perdeu muito do seu valor moral e espiritual e caiu nas mãos dos mercadores que de tudo fazem para vender toneladas de chocolate na forma dos caríssimos ovos de páscoa, que em nada lembram o sentido religioso. É a mídia manipulando o espírito das pessoas, convertendo-as em vorazes consumidores. É o capitalismo matando o verdadeiro sentido das coisas (Ex.: Dia da Mulher, Dia das Mães, Dia dos Pais, Natal etc.).
Se você não concordar comigo, aqui no meu blog você pode se expressar e dar a sua opinião, pois para aprendermos alguma coisa só mesmo fazendo um debate e compartilhando opiniões, histórias e experiências.

É isso gente, Boa Páscoa e façam as suas mudanças!

Grandes Nomes

13 de março de 2008

Nas aulas, o professor Dimas, cita nomes de algumas pessoas importantes e eu como curiosa que sou, busquei um pouco de informações sobre estas pessoas, portanto, aqui sempre haverá um nome importante:

FRIEDRICH NIETZSCHE

Friedrich Nietzsche nasceu numa família luterana em 1844, sendo destinado a ser pastor como seu pai, que morre jovem em 1849 aos 36 anos, junto com seu avô (também pastor luterano). Entretanto, Nietzsche perde a fé durante sua adolescência, e os seus estudos de filologia afastam-no da tentação teológica: "Um outro sinal distintivo dos teólogos é a sua incapacidade filológica. Entendo aqui por filologia "(…) a arte de bem ler – de saber distinguir os factos, sem estar a falseá-los por interpretações, sem perder, no desejo de compreender, a precaução, a paciência e a finesse." (O Anticristo). Durante os seus estudos na universidade de Leipzig, a leitura de Schopenhauer (O Mundo como Vontade e Representação, 1818) vai constituir as premissas da sua vocação filosófica. Aluno brilhante, dotado de sólida formação clássica, Nietzsche é nomeado aos 25 anos professor de Filologia na universidade de Basiléia. Adota então a nacionalidade suíça. Desenvolve durante dez anos a sua acuidade filosófica no contacto com pensamento grego antigo - com predileção para os Pré-socráticos, em especial para Heráclito e Empédocles. Durante os seus anos de ensino, torna-se amigo de Jacob Burckhardt e Richard Wagner. Em 1870, compromete-se como voluntário (enfermeiro) na guerra franco-prussiana. A experiência da violência e o sofrimento chocam-no profundamente.

Em 1879 seu estado de saúde obriga-o a deixar o posto de professor. Sua voz, inaudível, afasta os alunos. Começa então uma vida errante em busca de um clima favorável tanto para sua saúde como para seu pensamento (Veneza, Gênova, Turim, Nice, Sils-Maria…) : "Não somos como aqueles que chegam a formar pensamentos senão no meio dos livros - o nosso hábito é pensar ao ar livre, andando, saltando, escalando, dançando (…)." Em 1882, ele encontra Paul Rée e Lou Andreas-Salomé, a quem pede em casamento. Ela recusa, após ter-lhe feito esperar sentimentos recíprocos. No mesmo ano, começa a escrever o Assim Falou Zaratustra, quando de uma estada em Nice. Nietzsche não cessa de escrever com um ritmo crescente. Este período termina brutalmente em 3 de Janeiro de 1889 com uma "crise de loucura" que, durando até à sua morte, coloca-o sob a tutela da sua mãe e sua irmã. No início desta loucura, Nietzsche encarna alternativamente as figuras míticas de Dionísio e Cristo, expressa em bizarras cartas, afundando depois em um silêncio quase completo até a sua morte. Uma lenda dizia que contraiu sífilis. Estudos recentes se inclinam antes para um câncro (câncer) do cérebro, que eventualmente pode ter origem sifilítica. Sua irmã falseou seus escritos após a sua morte para apoiar uma causa anti-semita. Falácia, tendo em vista a repulsa de Nietzsche ao anti-semitismo em seus escritos. Entretanto, sua irmã morre confortavelmente sob a tutela nazista.

Durante toda sua vida sempre tentou explicar o insucesso de sua literatura, chegando a conclusão de que nascera póstumo, para os leitores do porvir. O sucesso de Nietzsche, entretanto, sobreveio quando um professor dinamarquês leu a sua obra Assim Falou Zaratustra e, por conseguinte, tratou de difundi-la, em 1888.
Muitos estudiosos da época tentaram localizar os momentos que Nietzsche escrevia sob crises nervosas ou sob efeito de drogas (Nietzsche estudou biologia e tentava descobrir sua própria maneira de minimizar os efeitos da sua doença).

Fonte: Wikipedia

Posts mais antigos »

Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://mmgandara.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o serviço e siga participando do Terra Blog.